Control Flow Transformation (CFT) consiste em alterar a estrutura de um programa para tornar seu código difícil para a leitura humana sem prejudicar a sua funcionalidade original. Como veremos aqui, está intimamente relaciona com a ofuscação de código.
As técnicas que se aplicam à categoria das CFTs são: Inlining, Intervalar Código, Estruturas Opacas, GoTo Hell’s Code e Exceção Proposital.
Uma técnica sofisticada de enganar disassemblers consiste em usar um trecho do programa para alterar os bits das outras partes do programa, que desejamos proteger. A estratégia usada é deslocar os bits de um trecho do programa para que este pedaço pareça possuir outras instruções. Desta forma, o decompilador irá interpretar essas instruções e fornecer informações erradas ao atacante.
No post “A Fórmula do Crack” discutimos alguma coisa sobre debuggers. Como é o processo de debuggin em user-mode e kernel-mode, como cada um deles trabalha quando um usuário anexa um processo à eles, quando fixa um breakpoints em uma instrução etc.
O que não foi discutido é a forma como o debugger atua: quando o usuário escolhe pontos de parada para conferir o andamento da execução do programa é comum o debugger substituir a(s) instrução(ões) por uma instrução própria, que só ele entenda.
Também conhecidas como Code Obfuscation and Encryption (COE), são técnicas utilizadas para prevenir a Análise Estática de Código. Diferente da Eliminação Simbólica (Eliminating Symbolic Information – ESI), a COE é aplicada após a compilação do programa, modificando o binário original antes de ser entregue ao cliente.